quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Um Feliz Natal


  Nessa época especial quando se aproxima o Natal, começamos a refletir todo nosso ano. E já idealizamos o próximo que está por vir, fazemos novos planos, e até remodelamos os antigos que ainda não conseguimos realizar... Essa é a grande magia, Esse é o poder que nos fazer pensar, fazer perdoar, fazer refletir em tudo, e nos  da ânimo para o futuro.
 Espero que todos tenham Natal iluminado Repleto de PAZ HARMONIA SUCESSO... E Principalmente muita Saúde Para recomeçar um novo sonho Nesse ano novo.
FELIZ NATAL





quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O FRIO QUE VEM DE DENTRO




 Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma

avalanche de neve.

Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles

trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles

se aqueciam.

    Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia

clareasse.

Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira: era a única maneira

de poderem sobreviver.

   O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e

descobriu que um deles tinha a pele escura.

Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha

para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais.

O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os

juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia

sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas.

Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro,

pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar".

    O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia

qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina.

Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha

para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar

aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado.

O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros

os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca

pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha."

O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente

para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava.

Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para

pensar em ser útil.

   O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os

sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta

lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor

dos gravetos".

Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa

da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou.

No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna

encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de

lenha.

Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse:

"O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro".


   Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você.

Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam.

Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do

o
timismo vire cinzas.

   Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que

você esteja.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Mude


Mude,
Mas comece devagar, porque a direção é mais importante
do que a velocidade.

Sente-se em outra cadeira, no outro lado da mesa.
Mais tarde mude de mesa.

Quando sair, procure andar pelo outro lado da rua.
Depois, mude de caminho, ande por outras ruas, calmamente,
observando com atenção os lugares por onde você passa.
Tome outros ônibus.

Mude por uns tempos o estilo das roupas.
Dê os teus sapatos velhos.
Procure andar descalço alguns dias.

Tire uma tarde inteira para passear livremente no campo,
ou no parque, e ouvir o canto dos passarinhos...
Veja o mundo de outras perspectivas.

Abra e feche as gavetas e portas com a mão esquerda.
Durma no outro lado da cama... depois,
procure dormir em outras camas da casa.

Assista a outros programas de tv, compre outros jornais...
leia outros livros.
Não faça do hábito um estilo de vida.

Ame a novidade.
Durma mais tarde.
Durma mais cedo.

Aprenda uma palavra nova por dia numa outra língua.
Corrija a postura.

Coma um pouco menos, escolha comidas diferentes,
novos temperos, novas cores, novas delícias.

Tente o novo todo dia.
O novo lado, o novo método, o novo sabor,
o novo jeito, a nova vida.
Tente.

Busque novos amigos.
Almoce em outros locais, vá a outros restaurantes,
compre pão em outra padaria.
Almoce mais cedo, jante mais tarde ou vice-versa.

Escolha outro mercado... outra marca de sabonete,
outro creme dental... tome banho em novos horários.

Use canetas de outras cores.
Vá passear em outros lugares.
Ame muito, cada vez mais, de modos diferentes.

Troque de bolsa, de carteira, de malas, troque de carro,
compre novos óculos, escreva versos e poesias.

Jogue os velhos relógios,
quebre delicadamente esses horrorosos despertadores.
Abra conta em outro banco.
Vá a outros cinemas, outros cabeleireiros,
outros teatros, visite novos museus.

Mude.

Lembre-se de que a Vida é uma só.

Se você não encontrar razões para ser livre, invente-as.
Seja criativo.

Grite o mais alto que puder no espaço vazio.
Deixem pensar que você está louco.

Aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,
longa, se possível sem destino.

Experimente coisas novas.
Troque novamente.
Mude, de novo.
Experimente outra vez.

Você certamente conhecerá coisas melhores e coisas piores
do que as já conhecidas, mas não é isso o que importa.

O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.
A positividade que você está sentindo agora.
Só o que está morto não muda!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ASSIM É A VIDA...





Era uma vez um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura. Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento. Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado constante de sua mãe. Um dia decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou pela quadra, olhando as vitrines e as pessoas que passavam. Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota, mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza. Foi amor à primeira vista. Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada. Aproximou-se timidamente chegou ao balcão onde ela estava. Quando o viu, ela deu-lhe um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa. Era o sorriso mais lindo que ele já havia visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD. Pegou o primeiro que encontrou, sem nem olhar de quem era, e disse: _Esse aqui. _Quer que embrulhe pra presente? Perguntou a garota, sorrindo ainda mais. Ele balançou a cabeça para dizer que sim e disse: _É para mim mesmo, mas gostaria que você embrulhasse. Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD muito bem embalado. Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar por ali, admirando aquela figura divina. Daquele dia em diante, todas as tardes voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer. Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no closet, sem nem ao menos abrir. Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela, e assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem de convidá-la para sair e conversar. Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou muito a chamá-la para sair. Um dia ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo. Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com o seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo. No dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu. Era a garota perguntando por ele. A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a soluçar e disse:
_Então, você não sabe? Ele faleceu esta manhã.
Mais tarde, a mãe entrou no quarto do filho, para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidade de CDs, todos embrulhados. Ficou curiosa e decidiu abrir um deles. Ao fazê-lo viu cair um pequeno pedaço de papel, onde estava escrito: Você é muito simpático, não quer me convidar para sair? Eu adoraria. Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e esperança de conhecer o rapaz. Assim é a vida: não espere demais para dizer a alguém especial aquilo que você sente. Diga já, amanhã pode ser muito tarde. Essa mensagem foi escrita para fazer as pessoas refletirem e assim, pouco a pouco, tentar mudar o mundo. E também para dizer que você é muito especial. Aproveite e fale, escreva, telefone e diga ainda o que não foi dito. Não deixe para amanhã. Quem sabe não dê mais tempo...

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O poder da mente



A lição do mendigo
Um mendigo sentava-se na calçada, sempre num lugar onde passavam muitas pessoas e ao lado colocava uma placa com os dizeres: "Vejam como eu sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado". Alguns passantes olhavam intrigados, outros o achavam doido e outros até davam-lhe dinheiro. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior. Numa bela manhã, um importante e arrojado executivo, que já observava há algum tempo, aproximou-se e lhe disse: -Você é muito criativo! Não gostaria de colaborar numa campanha da empresa?
  -Vamos lá. Só tenho a ganhar! - respondeu o mendigo.
Após um caprichado banho e com roupas novas, foi levado para a empresa. Dai pra frente sua vida foi uma seqüência de sucessos e a certo tempo ele tornou-se um dos sócios majoritários. Numa entrevista coletiva à imprensa, ele esclareceu como conseguira sair da mendicância para tão alta posição. Contou ele: -Bem, houve uma época em que eu costumava me sentar nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia: 
"Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um mísero emprego que me renda alguns trocados! Mal consigo sobreviver". As coisas iam de mal a pior quando, certa noite, achei um livro e nele atentei para um trecho que dizia: "Tudo o que você fala a seu respeito vai se reforçando. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por mais que você não goste da sua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que seja você, diga a si mesmo e aos outros que você é próspero." Aquilo me tocou profundamente e, como nada tinha a perder, decidi trocar os dizeres da placa para: "Vejam como eu sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, tenho uma bela residência, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado." E a partir desse dia tudo começou a mudar, a vida me trouxe a pessoa certa para tudo o que eu precisava, até que cheguei onde estou hoje. Tive que apenas entender o Poder das Palavras. O universo sempre apoiará tudo o que dissermos, escrevermos ou pensamos a nosso respeito e isso acabará se manifestando em nossa vida como realidade. Enquanto afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida de todas as nossas crenças. Uma repórter, ironicamente, questionou: -O senhor está querendo dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida? -Respondeu o homem, cheio de bom humor: Claro que não, minha cara repórter Primeiro eu tive que acreditar nelas!
Moral da História: "Cuide bem das suas palavras e seus pensamentos, eles o levarão onde você quiser"


domingo, 14 de novembro de 2010

Medo de Quê?



 O medo era meu companheiro constante, eu vivia com medo de perder o que tinha ou de não conseguir o que queria ter. E se os meus cabelos caírem? E se eu não conseguir comprar a casa que eu quero? E se eu engordar, ficar flácido e deixar de ser atraente? E se eu tiver uma deficiência física e não puder jogar bola com meu filho? E se eu ficar velho, frágil e não tiver nada a oferecer aos que me rodeiam? Mas a vida ensina a quem quer aprender e hoje eu sei. Se os meus cabelos caírem, vou ser o careca mais simpático e agradecer pelas minhas ideias que a minha cabeça produzir, apesar da falta de cabelo. Não é a casa que faz alguém feliz, um coração infeliz não se sente melhor em nenhuma casa, mas um coração em paz torna qualquer casa feliz. Se eu dedicar mais tempo a me desenvolver emocional, mental e espiritualmente, em vez de só me preocupar com o físico, vou me sentir cada vez mais atraente. Se uma deficiência física me impedir de ensinar meu filho a encestar uma bola, vai me sobrar mais tempo para ensinar-lhe a resolver os problemas da vida, o que é um aprendizado muito mais útil. E se a idade for me roubando as forças, a agilidade mental e a resistência física, posso oferecer aos que me conviverem comigo a força das minhas convicções, a profundidade do meu amor e a solidez espiritual de uma alma cuidadosamente esculpida pelas arestas de uma longa vida. Se o destino me trouxer perdas e desilusões, vou enfrentar os desafios com dignidade e determinação, porque são muitas as dádivas de Deus e posso substituir cada dádiva perdida por outras dez que eu nunca perceberia se a vida sempre fosse um mar-de-rosas. Quando eu não puder mais dançar, vou cantar com alegria, quando não tiver mais forças para cantar, vou ouvir as músicas de que mais gosto. Quando minha respiração for apenas um sopro, vou pensar apenas nos meus entes queridos e meu coração vai se aquecer de amor. E quando a luz mais brilhante se aproximar, vou rezar em silêncio e entrar nela. Então terá chegado a hora de ir ao encontro de Deus e vou ter medo de quê???
"Na vida, não existe nada a temer, mas a entender."
                      Sair

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Seja Simplesmente Você




Muitas vezes abrir mão da eternidade, leva-nos, inevitavelmente, ao sofrimento. Entretanto, é melhor sentir dor, amor, frustração, ternura, decepção, carinho e cumplicidade, do que passar uma eternidade inteira sem tê-los.

Hoje, decidi fazer algo novo. Decidi ouvir o som, abafado, do meu sussurro e entender que algumas coisas são inexplicáveis e permanecerão, para sempre, imutáveis. Meu coração rendeu-se ao silêncio e pude perceber que há, também, muitas outras coisas que podem ser lançadas no mar do esquecimento, e, essa atitude, pode mudar definitivamente... a história da minha vida.
Olhei-me, atentamente, pela primeira vez e vi-me como, realmente, sou... Olhei-me sem hipocrisia... sem máscaras... sem desculpas... desnudei-me de mim mesma... Meu coração guiou-me a um encontro com a minha humanidade!
Pude perceber que tornar-me humana significa reconhecer que não sou perfeita, que sou passível de errar, que não preciso ter todas as respostas. Percebi que tenho deficiências, áreas de sombra... desejos ocultos... fraquezas que não podem ser confessadas. Rasguei-me, por dentro, ao confrontar-me com minha humanidade. Percebi que viver no contexto da eternidade significa considerar-se infalível, ser cheio de arrogância, achar-se acima do bem e do mal. Ser intolerante, julgar as pessoas por suas falhas... não ser compassivo... chegar ao extremo na busca pela perfeição. Que alto preço a se pagar!

Entretanto, não abro mão mais da minha humanidade. Cometerei erros, terei decepções, sofrerei, mas também, serei mais tolerante, menos arrogante... mais compreensiva... e saberei amar, de uma maneira plena, livre de pré-conceitos e preconceitos... 
Essa será minha eterna busca: Morrer para mim mesma, e renascer, mais humana, a cada novo dia!